Ano passado tive várias experiências que se articulam em representações em torno da cidade de Viena. Despretensiosamente caminhei por suas ruas, fui à casa de Freud, ouvi música, entrei em museus. O concreto todo daqueles edifícios do século XVIII me surpreendeu logo de cara. As pessoas contrastando com aquele cenário surpreenderam-me mais.A arquitetura me deixou tão embasbacada e com os olhos cheios de beleza, que julguei que deveria escolher um bom vestido, em corte clássico, para caminhar por aquelas ruas. Fiz isso e também deixava de almoçar para poder pagar um café com um pedaço de torta nas cafeterias mais chiques e antigas da cidade. Que estranho o efeito que a cidade teve sobre mim.
Ao mesmo tempo, via nas ruas pessoas simples e pobres, em geral imigrantes. Nas estações de trem e metrô, via pixações e depredações em contraste com sua modernização tecnológica.
Nos arredores do "museumsquartier", havia gente moderna, pós-moderna, aliás. Gente leve.
"concreto", "clássico", "pobres", "leve"
e agora, que cidade é Viena?
(continua)
e agora, que cidade é Viena?
(continua)
2 comentários:
hum... que vontade de viajar e tomar um café em Viena! que luxo! :p
A foto foi você quem tirou? Se sim, você podia postar muitas outras comentando seu itinerário... Eu adoraria ler!
beijinho!
Postar um comentário